Cícero Dias, um ícone da arte moderna brasileira, nasceu em Pernambuco em 1907 e viveu o século XX em sua plenitude. Falecido em 2003, seu corpo mortal repousa em Paris, no lendário cemitério de Montparnasse, junto às glórias da França, mas, sua obra imortal paira, eternizada, além do oceano, sobre a grandeza do Brasil.

Revelado em 1928, na sua primeira exposição no Rio de Janeiro, destacou-se ao lado de Tarsila do Amaral, Ismael Nery e Di Cavalcanti, integrantes da Semana de Arte Moderna de 22.

Em 1937, mudou-se para Paris e aproximou-se da vanguarda européia, entre eles Picasso, Léger e o poeta Paul Éluard, que sobre ele escreveu: Eu encontrei Cícero Dias, o brasileiro, na casa de Pablo Picasso, o espanhol. É Paris que lhes conserva suas luzes, sua razão de ser: a luz do Brasil, a luz da Espanha, a exuberância o rigor.

Com a guerra, instala-se em Lisboa em 1942 e sua obra passa por uma mudança radical. Simplifica o desenho, usa pinceladas fortes, tonalidades e cores intensas que o leva a despedir-se da figuração, a caminho da abstração. Seu abstracionismo, é vibrante, quente e luminoso, próximo à Kandinsky.

Em 1945, retorna à Paris e integra-se à Escola de Paris, ao Groupe Espace e à Galerie Denise René.

“No Brasil, o movimento construtivista só começou ao final da década de 1940. Seu verdadeiro e primeiro pioneiro foi Cícero Dias que em 1946, na capital francesa, começou pintar telas rigorosamente geométricas”. Afirma o crítico Antonio Bento.

É autor dos primeiros murais de arte abstrata da América Latina. Em 1949, participou da inauguração do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

A partir da década de 1950 teve intensa participação em exposições em museus e bienais internacionais, entre elas: Bienal de Veneza; Bienal de São Paulo; Museu de Arte Moderna de Paris; sala especial no Pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Bruxelas – 1958.

Na década de 1950 teve intensa participação em mostras internacionais, entre elas: XXV e XXVI Bienal Internacional de Veneza; 1ª Bienal Internacional de São Paulo; Salão de Maio no Musée d´Art Moderne de Paris; exposição do Groupe Espace no Musée de Biot, na França e Escola de Paris, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e Museo de Arte Moderno de Buenos Aires. Sala Especial no Pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Bruxelas, em 1958. Em 1960 participa da mostra Artistas Brasileiros no Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.

A obra de Cícero Dias, uma das mais intrigantes e inexplicáveis da arte brasileira, tem sido cada vez mais objeto de estudos em simpósios e teses em universidades brasileiras e do exterior. Tanto o período de sua fase modernista quanto o período abstrato da época de sua participação na École de Paris já foram objetos de amplos estudos acadêmicos e teóricos, que lhes rendeu incontestável reconhecimento no âmbito nacional e internacional.

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Sem título, 1928

Aquarela e nanquim sobre papel

35 x 55 cm

Arcos da Lapa, década de 1930

Aquarela sobre papel

49,5 x 32,5 cm

Canavial, 1927

Óleo sobre tela

65 x 54 cm

Encontro no canavial, 1935

Óleo sobre tela

45,5 x 54,5 cm

Praia da Piedade, década de 1930/40

Óleo sobre tela

60,5 x 100 cm

Sem título, 1947

Óleo sobre tela

80 x 100 cm

Sem título, 1940 - 1943

Óleo sobre tela

50 x 39 cm

Sem título, 1944

Óleo sobre tela

55 x 44 cm

Maternidade, década de 1950

Óleo sobre tela

92 x 73 cm

Figuras no Pátio, década de 1950

Óleo sobre tela

92 x 73 cm

Sem título, década de 1950

Óleo sobre tela

92 x 73 cm

Immobile, 1958

Óleo sobre tela

92 x 73 cm

Étendue, década de 1960

Óleo sobre tela

100 x 81 cm

Constant, 1962

Óleo sobre tela

92 x 73 cm

Entropia X, 1961

Óleo sobre tela

116 x 80 cm

Entropia XII, 1966

Óleo sobre tela

130 x 97 cm

Entropia, década de 1960

Óleo sobre tela

145 x 96 cm

Entropia XIII, década de 1960

Óleo sobre tela

97 x 130 cm

As Três Graças, década de 1950

Óleo sobre tela

81 x 100 cm

Figuras no Banco, 1983

Óleo sobre tela

73 x 60 cm

Bicicleta, 1983

Litogravura

63 x 95 cm

Descanso

Litogravura

63 x 95 cm

Lirismo, 1983

Litogravura

63 x 95 cm

Parque, 1983

Litogravura

63 x 95 cm

Biografia

 
2011
Inaugurado o Centro Empresarial Cícero Dias, homenageando o artista com seu nome e com a colocação no hall do edifício de uma tapeçaria reproduzindo uma obra de sua autoria, Recife, Pernambuco .
2007
Instituído oficialmente pelo Governo do Estado do Pernambuco, 2007 o Ano Cícero Dias, em homenagem ao centenário de nascimento do artista.
Edição de selo comemorativo ao centenário de nascimento de Cícero Dias, pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
2006
A Prefeitura da Cidade de Paris coloca uma placa em homenagem a Cícero Dias, na fachada do imóvel 123, rue de Longchamp, XVIeme, onde o artista viveu de 1969 até a sua morte em 2003.
Por decreto do Congresso Nacional, passa a se denominar “Rodovia Pintor Cícero Dias” o trecho da BR 101, no Estado de Pernambuco, situado entre as cidades de Cabo de Santo Agostinho e Palmares.
Homenageado pela Prefeitura do Recife, com seu nome dado a uma escola na Praia de Boa Viagem, Recife.
2003
Morre em Paris, França
2002
Angela Grando defende a tese de doutorado Cícero Dias: Figuração Imaginativa e Abstração Construída, na Universidade de Paris I, Panthéon Sorbonne.
2000
Com a restauração do histórico bairro do Recife, coube a Cícero Dias o desenho do piso da nova praça “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, conhecida como Praça Marco Zero, inaugurada na virada do ano 2000.
1982
Restauração das pinturas murais abstratas, executadas por Cícero Dias em 1948, na Secretaria de Finanças do Estado de Pernambuco. É homenageado com a colocação de uma placa de prata, por iniciativa de Everardo Maciel, Recife.
Tese sobre a vida e a obra de Cícero Dias, realizada por Janira Bastos, São Paulo.
1978
Tese sobre a obra de Cícero Dias, realizada por Beira R. da Cunha. Nice, França.
1953
Estada de Cícero Dias em Antibes, onde obtém de Picasso a autorização para expor o painel “Guernica” na II Bienal Internacional de São Paulo.
1951
Criação do “Groupe Espace”, por iniciativa de André Bloc e Félix Del Marle, que reúne arquitetos, construtores e artistas plásticos decididos a trabalhar juntos na perspectiva de uma arte não-figurativa, realizando uma síntese das artes plásticas e
“Klar Form”, grupo formado por Arp, Bloc, Calder, Cícero Dias, Del Marle, Dewasne, Deyrolle, Domela, Herbin, Jacobsen, Lapicque, Le Corbusier, Léger, Magnelli, Mortensen, Pillet, Poliakoff, M. Raymond, Taeuber e Vasarely, expõe em Copenhague, Helsinque, E
1950
Fundação do Congresso da Escola de Altamira, com a participação, entre outros, de Miró, Baumeister, Artigas e Cícero Dias.
1948
Viagem através do Nordeste do Brasil na companhia de Rubem Braga, Mário Pedrosa, Orígenes Lessa e José Lins do Rego.
Fundação da “Compagnie de L‘Art Brut”, por Jean Dubuffet e André Breton.
1942
Prisioneiro dos alemães em Baden-Baden, é trocado pelos alemães detidos no Brasil e volta clandestinamente à França.
Esperando poder deixar a França com o poema de Éluard, Cícero Dias vive e pinta num pequeno quarto de hotel em Vichy.
1939
Cícero Dias fala nos estúdios da Radiodiffusion Nationale, Paris, em transmissões destinadas à América do Sul, na companhia de Francis Carco, Léon-Paul Fargue, Charles Trenet , Di Cavalcanti e Noêmia Mourão.
Durante o início da guerra, frequenta assiduamente o atelier de Picasso, na rue des Grands Augustins, um dos motivos de sua prisão pelos alemães, como escreveu Georges Boudaille, mais tarde, no jornal Arts.
1937
Partida de Cícero Dias para Paris, onde vai se reunir aos pintores brasileiros Di Cavalcanti e Noêmia Mourão e ao escritor Paulo Prado.
1934
Primeiro Congresso Afro-Brasileiro, movimento a favor da arte e da cultura, organizado pelo sociólogo Gilberto Freyre e Cícero Dias.
Cenários e costumes desenhados por Cícero Dias para o balé de Serge Lifar, Rio de Janeiro e São Paulo.
Cícero Dias ensina pintura no Recife.
1928
Abandona definitivamente a Escola de Belas Artes e a arquitetura para se dedicar completamente à pintura.
1907
Nasce em Escada, Brasil
 
Formação
1925
Ingressa no curso de arquitetura na Escola de Belas Artes, Rio de Janeiro
 
Exposições Individuais
2018
Cícero Dias, Simões de Assis Galeria de Arte, São Paulo, Brasil
Cícero Dias, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba, Brasil
2017
Cícero Dias – Um Percurso Poético, exposição retrospectiva itinerante com curadoria de Denise Mattar, Centro Cultural Banco do Brasil, Brasilia, São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil.
2016
Toda Janela é um Projetil, é um Projeto é uma Paisagem, curadoria de Paulo Miyada, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba, Brasil.
2006
Cícero Dias - Oito Décadas de Pintura, mostra retrospectiva enfocando a produção do artista no período compreendido pelas décadas de 1920 a 1990, reunindo 200 obras das mais significativas de sua produção, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba
2005
“Cícero Dias - Les Anées 20, Les Anées Bresiliennes”, Exposição de abertura de “2005 Ano do Brasil na França”. Maison de l’ Amerique Latine, Paris.
“Territoires Transitoires, um percurso da arte brasileira”. Cícero Dias é homenageado com Sala Especial. Palais de la Porte Dorée, Paris.
2004
“Cícero Dias, Décadas de 1920 e 1930”, Museu de Arte Brasileira, Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo.
2003
“Homenagem a Cícero Dias, Obras das décadas de 1920 a 1980”, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
2001
“Arts en Cambresis”, homenagem a Cícero Dias, Cambresis, França.
1998
Exposição “L’Ecole de Paris 1945-1964”, Musée National d’Histoire et d’Art de Luxembourg.
1997
Mostra retrospectiva na Casa França-Brasil, com lançamento do livro Cícero Dias, edição Banco Icatu, Rio de Janeiro.
1996
Exposição do painel “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, inaugurada pelo Presidente da República do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, com lançamento do livro Cícero Dias, edição Banco Icatu, na sede da UNESCO em Paris.
1995
Exposição Cícero Dias, “Pinturas e Desenhos”, Galeria Multiarte, Fortaleza.
1993
Exposição “Cícero Dias: os anos 20”, com lançamento do livro Cícero Dias anos 20 pela editora Index, Salão Nobre do Copacabana Palace Hotel, Rio de Janeiro.
1992
Expõe na mostra “Natureza: Quatro Séculos de Arte no Brasil”, com texto de Wilson Coutinho e coordenação de Jean Boghici, Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
1991
Inaugura um mural de 3 x 20 m, na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo, na Avenida Paulista.
Exposição Individual na Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
Exposição do painel “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.
1990
Expõe na Redfern Gallery, Londres.
1988
Exposição “Cícero Dias, síntese de sua obra”, mostra comemorativa aos oitenta anos do artista, Rio Design Center, Rio de Janeiro.
1983
Instalação dos painéis relatando a vida de Frei Caneca na Casa da Cultura, antiga Casa de Detenção, Recife.
Edição da Suite Pernambucana, série composta de 25 litografias a partir das aquarelas da década de 1920, impressas no Atelier Pierre Badey, projeto da Galerie Bellechasse, Paris.
1982
Exposição na Galerie Bellechasse, Paris.
1978
Exposição “Cícero Dias”, prefácio de Pierre Restany, Musée André Malraux, Le Havre, França.
Exposição na Galeria Ranulpho, São Paulo e Recife.
1976
Exposição na Galeria Ranulpho, Recife.
1975
Exposição na Galeria Renot, Salvador.
1974
Exposição na Galeria Portal, São Paulo.
1973
Expõe na Galeria San Mamede, com prefácio de Adriano de Gusmão, Lisboa.
1970
Exposição na Galeria Portal, São Paulo.
Exposição na Galeria Renot, Salvador
Exposição na Galeria Ranulpho, Recife.
1967
Exposição retrospectiva das obras de Cícero Dias, com prefácio de Gilberto Freyre, Recife.
Exposição das obras de Cícero Dias no São Paulo Club.
Exposição Cícero Dias no Museu Manchete, Rio de Janeiro.
1966
Exposição Cícero Dias, com prefácio de Charles Estienne, Museé d’Ixelles, França.
1964
Exposição no Salão Nobre do Hotel Copacabana Palace, Rio de Janeiro.
Exposição “Mythologies quotidiennes”, organizada por Gérard Gassio-Talabot, Musée d’ Art Moderne de la Ville de Paris.
1959
Exposição retrospectiva das obras de Cícero Dias, de 1926 a 1959, prefácio de Odorico Tavares, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador.
Expõe no “Salon de Mai”, Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
1952
Exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Prefácio de Sérgio Milliet.
Exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Prefácio de José Lins do Rego.
Exposição na Galerie R. Godfried, Paris, com prefácio de Pierre Descargues.
1951
Cícero Dias expõe no Cahiers d´Art, Paris.
1948
Exposição no Recife, Pernambuco, organizada pelos estudantes da Faculdade de Direito. O prefácio do catálogo é de Paul Éluard.
Exposição no Rio de Janeiro, na Escola de Belas Artes. “Cícero Dias tem a riqueza e o senso de uma grande experiência plástica. A universalização da pintura brasileira será possível? Eis-nos diante de uma das respostas”. Mário Barata
1938
Primeira Exposição de Cícero Dias, em Paris, Galerie Jeanne Castel.
Expõe na Galerie Billiet, em Paris.
1928
Primeira exposição de Cícero Dias no Rio de Janeiro, na sede da Policlínica. Nas paredes ao lado de suas obras, seu retrato feito por Ismael Nery e um poema de Murilo Mendes. A mostra foi prestigiada por uma legião de amigos, pintores e intelectuais
Primeira exposição na cidade de Escada, Pernambuco, com prefácio de Gilberto Freyre.
Segunda exposição de Cícero Dias na cidade de Escada, Pernambuco. Conferência de Mário de Andrade.
 
Exposições Coletivas
2018
Alucinações Parciais – Obras Modernas do Brasil e do Centre Pompidou, curadoria de Frédéric Paul e Paulo Miyada, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brazil.
2016
Pernambuco: o primeiro retrato do Brasil, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro
2014
Narrativas Poéticas, Coleção Santander Brasil, Museu do Estado de Pernambuco.
Pernambuco Experimental, Museu de Arte do Rio - MAR, Rio de Janeiro.
2013
Geometria da Transformação: Arte Construtiva Brasileira na Coleção Fadel, Brasília.
Trajetórias - Arte Brasileira na Coleção Fundação Edson Queiroz, Espaço Cultural Unifor, Fortaleza.
2012
Cor e Forma III, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
2011
ArtRio 2011, Exposição de Aquarelas e Pinturas, décadas de 1920 a 1980, Simões de Assis Galeria de Arte, Rio de Janeiro
Europalia, International Arts Festival, Arte no Brasil; exposição do painel Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife, Palais des Beaux Arts, Bruxelas, Belgica.
Tarsila e o Brasil dos Modernistas, Casa Fiat de Cultura, Nova Lima, MG.
2010
Cor e Forma II, mostra coletiva de artistas brasileiros, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba
2009
Olhar da Crítica: Arte Premiada da ABCA e o Acervo Artístico dos Palácios, Palácio dos Bandeirantes, São Paulo
Olhar da Crítica: Arte Premiada da ABCA e o Acervo Artístico dos Palácios, Palácio dos Bandeirantes, São Paulo
2008
Novas Aquisições, exposição de obras recém adquiridas para seu acervo, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba.
Coleção Itaú Moderno, Arte no Brasil 1911-1980, Museu de Arte de São Paulo.
Cor e Forma, mostra coletiva de artistas brasileiros, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba
Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade - Coleção Itaú Moderno, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, SP
Cor e Forma, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba, PR
2007
Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, Pinacoteca do Estado de São Paulo e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, Salvador, BA
Dimensions of Constructive Art in Brazil: The Adolpho Leirner Collection, Museum of Fine Arts, Houston, EUA
2006
Pernambuco Moderno, Instituto Cultural Bandepe, Recife
Galerie Marwan Hoos, exposição e desenhos e aquarelas das décadas de 1920 a 1940, FIAC 2006, Grand Palais, Paris
Pincelada, Pintura e Método: Projeções da Década de 50, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP
Arte Moderna em Contexto: Coleção ABN AMRO Real, Espaço Cultural Banco Santander - São Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Instituto Cultural Banco Real, Recife
Territoires Transitoires, Musée de la Porte Dorée, Paris, França
2004
“Modernismo Brasileiro, Coleção de Arte Brasileira”, FAAP, Embaixada do Brasil na Alemanha, Berlim.
“Mestres do Modernismo”, Pinacoteca do Estado de São Paulo.
2002
“Brasil 1920–1950, Da Antropofagia a Brasília”, Museu de Arte Brasileira, FAAP, São Paulo.
“Arte Brasileira na Coleção Fadel”, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo.
Coleção Nemirovsky, “Arte Moderna Brasileira”, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Arte Moderna Brasileira no acervo da Fundação Cisneros de Caracas, Venezuela, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
2001
“Formas e Movimentos da Arte no século XX”, apresentando obras de Calder, Cícero Dias, Joseph Albers, Kandinsky, Max Bill e Mondrian, entre outros. Mostra itinerante por museus do Japão.
“Arte Abstracto y la Galerie Denise René”, Centro Atlântico de Arte Moderna, Las Palmas de Gran Canária, Espanha.
“30 Mestres da Pintura no Brasil”, Museu de Arte de São Paulo e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
“Mostra Surrealismo”, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.
“Galerie 1900-2000 Paris” expõe obras de Andy Warhol, Cícero Dias, Dalí, Man Ray. Art Basel, Miami, EUA.
“Século XX - Arte do Brasil”, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.
2000
Brasil 1920-1950, “De la Antropofagia a Brasília”, Instituto Valencia de Arte Moderna, Espanha.
“Mostra do Redescobrimento: Brasil 500 Anos”, Parque Ibirapuera, São Paulo.
1999
“Mestres da Pintura Latino-Americana”, com Cícero Dias, Torres-García, Antonio Seguí. Galerie Marwan Hoss, Paris.
“Destaques da Pintura Brasileira”, com obras de Cícero Dias das décadas de 1950 a 1980, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
1994
Exposição “Images au Centre du Songe”, aquarelas e desenhos dos anos 20, com prefácio de Philippe Dagen, Galerie Marwan Hoss, Paris.
Sala especial na “Bienal Brasil Século XX”, apresentando o painel “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, os murais abstratos da sala de jantar do artista em Paris, cujo espaço foi reconstituído na exposição, e os painéis sobre a vida de Frei Caneca vi
Pinturas das décadas de 1950 a 1980, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
1993
“Arte da América Latina 1911-1968”, Kunsthalle, Colônia, e Museum of Modern Art, Nova York.
Participa da “Première Triennale des Amériques”, Maubeuge, França.
1992
Participa da exposição “Brasilien, Entdeckung und Selbstentdeckung” - Brasil, Descobrimento e Auto- Descobrimento, Kunsthaus, Zurich.
Simões de Assis Galeria de Arte expõe Cícero Dias na Art Miami 92, “International Art Exposition”, Miami, EUA.
“Arte da América Latina 1911-1968”, Estación Plaza de Armas, Sevilla, Espanha, e Museé National d´Art Moderne Centre Georges Pompidou, Paris.
1991
Participa da exposição “ARCO” em Madrid.
Participa da FIAC 1991, Paris.
1990
Participa da exposição “Abstraction Géometrique”, Centre Culturel de Compiègne, França.
Participa da exposição “Petits Formats”, Galerie Denise René, Paris.
Participa da FIAC 1990, Foire Internationale d’Art Contemporain, Paris.
1989
Participa da Exposição “Denise René Présente”, Galeria Del Naviglio, Milão.
Participa da FIAC 1989, Foire Internationale d’Art Contemporain, Paris.
1988
Participa da exposição “Destaques da Pintura Brasileira”, Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.
1987
Exposição “Pinturas 1950-1965”, prefácio de Pierre Descargues, Galerie Denise René, Paris.
Participa da exposição “Modernidade, arte brasileira do século XX”, Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
1986
Participa da exposição “Los Americanos”, Artcurial, Paris.
1985
Participa da exposição “Un Art Autre, un Autre Art, Les anée 50”, idealizada por Michel Tapié, Artcurial, Paris.
1984
Participa da exposição “Electra, a Eletricidade e a Eletrônica na Arte no Século XX”, Musée d’ Art Moderne de la Ville de Paris.
“Tradição e Ruptura: Síntese de Arte e Cultura Brasileiras”, Fundação Bienal de São Paulo .
1982
Participa do III Congresso Afro-Brasileiro no Recife.
Participa da exposição “Paul Éluard e ses amis peintres”, juntamente com Miró, Picasso, Léger e outros. Centre Georges Pompidou/Musée National d’Art Moderne, Paris.
1981
Participa da exposição “Trinta Obras de uma Coleção”, Salle du Forum, Roubaix, França.
Participa da Escola de Altamira, Fundación Santillana, Espanha.
Participa da exposição “Un Homme, une Passion”, Musée d”Art Moderne de Strasbourg, França.
1978
Participa da exposição “As Bienais e a Abstração”, Museu Lasar Segall, São Paulo.
Participa da exposição “Quatro Décadas da Pintura Brasileira”, Jóquei Clube do Rio de Janeiro.
1976
Participa da exposição “Os Salões”, no Museu Lasar Segall, São Paulo.
Participa da exposição “Brésil, Artistes du XXeme Siècle”, Galerie Artcurial, Paris.
1975
Participa da exposição “O Modernismo”, no Museu Lasar Segall, São Paulo.
1974
Cícero Dias participa da exposição “Tempo dos Modernistas”, dedicada a Tarsila do Amaral, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
1967
Exposição “Artistas Brasileiros em Paris”, Galerie Debret, Paris.
1965
Sala especial na “Bienal Internacional de São Paulo” homenageando Cícero Dias, apresentando grande retrospectiva de sua obra, prefácio de Geraldo Ferraz.
“Opinião 65”, exposição reunindo obras de artistas brasileiros e estrangeiros da Nova Figuração, organizada por Céres Franco e Jean Boghici, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
1962
Participa da exposição “Arte Latino-Americana”, com prefácio de Jean-Clarence Lambert. Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
1960
Participa da exposição “Latin Americana Art Today: Brazil Exhibition”, Washington.
Participa da mostra “Artistas Brasileiros”, apresentação de Carlos Flexa Ribeiro, Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
Primeira exposição do grupo “Nouveaux Réalistes”, organizada por Pierre Restany, Paris.
1959
Participa da exposição “Brasilianischer Kunstler”, Haus der Kunst, Munich. Prefácio de Carlos Flexa Ribeiro.
1958
Sala especial das obras de Cícero Dias no Pavilhão do Brasil na “Exposição Internacional de Bruxelas”, Bélgica.
1957
Participa da exposição “Arte Moderna no Brasil”, no Museu Nacional de Belas Artes, Buenos Aires, prefácio de Carlos Flexa Ribeiro.
Participa da exposição “Arquitetura Contemporânea. Integração das Artes”. Prefácio de André Bloc, Musée des Beaux- Arts, Rouen, França.
Participa da “1ère Biennale de la Jeune Peinture et Sculpture”, Musée des Arts Décoratifs, Paris.
1955
“1955 International Contemporary Painting Exhibition”, com exposição de obras dos artistas Corneille, Birolli, Cícero Dias, Ekind, John Hulberg, Kenzo Okada, Manessier, Marjorie, Matta, Tamayo, Toti Scialoja, Roger Dudant e Zao Wou-Ki. Modern Art Mus
Maquete para um Museu Moderno Ideal, projetado por Cícero Dias, com planejamento do arquiteto Claude Parent. Em exposição, miniaturas originais dos artistas Arp, Bloc, Bozzolini, Calder, Cícero Dias, Deyrolle, Léger, Magnelli, Mortensen, Pill
1954
Expõe com os artistas da “L’Ecole de Paris”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e Museu de Arte Moderna de Buenos Aires.
1953
Participa da exposição “Arte Abstrata Italiana e Francesa”, na “82ª Mostra dell´Art Club”, Galleria Nazionale d’Arte Moderna, Roma, com prefácio de Léon Degand.
Participa da “II Bienal Internacional de São Paulo”.
1952
“Galerie Denise René exibe em Paris a mesma exposição “Klar Form”, apresentada nos países nórdicos no ano anterior.
Participa da exposição “Pintores na Nova Escola de Paris”, Galerie Babylone. Prefácio de Charles Estienne.
Exposição na Galerie La Hune, Paris, das pinturas e esculturas dos artistas referendados na publicação, entre eles, Arp, Bloc, Calder, Cícero Dias, Degand, Delaunay, Dewasne, Hartung, Magnelli, Mortensen, Pevsner, Poliakoff e Vasarely.
Exposição na “XXVI Bienal de Veneza”.
1951
Exposição “O Prato Pintado”, cem pratos decorados por pintores, poetas e músicos, organizada pela Maison Christofle de Paris, com apresentação do catálogo de Francis Ponge. Entre os participantes, Arp, Braque, Cícero Dias, Cocteau, Dupon
Inauguração da “I Bienal de São Paulo”.
Expõe no “Salon de Mai”, Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris.
Exposição “Vehémences confrontées”, artistas americanos e franceses, Galerie Nina Dausset, Paris.
Participa da exposição “Os Jovens Pintores Abstratos da Escola de Paris”, no “IV Festival Belga de Verão“, em Knokke-le-Zoute.
1950
Exposição de Cícero Dias na “ XXV Bienal de Veneza”.
1949
Exposição “Les Grands Courants de la Peinture Contemporaine”, no Museu de Lyon, França, com obras de Arp, Bonnard, Braque, Brauner, Chagall, Cícero Dias, Hartung, Hélion, Klee, Léger, Manet, Masson, Matisse, Matta, Miró, Mondrian, Picabia, Picasso,
Exposição “Da Arte Figurativa à Arte Abstrata”, Instituto de Arte Moderna, Buenos Aires.
Cícero Dias participa da mostra “Do Figurativismo ao Abstracionismo” apresentando uma obra abstrata , exposição organizada por Léon Degand, inaugurando o Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Participa da exposição “Os Pintores da Escola de Paris”. Prefácio de Léon Degand. Museu de Arte Moderna, Buenos Aires.
1948
Participa da exposição “L’Art Mural”, no Palácio dos Papas, em Avignon.
Participa da exposição “Sculptures et Peintures Contemporaines”, Galerie Denise René, Paris.
Participa da exposição “Tendances de l’Art Abstrait”, texto de Charles Estienne, Galerie Denise René, Paris.
Participa da exposição “Pintura e Escultura”, organizada pela Sul América no Rio de Janeiro.
Exposição do IV Salão de Arte Moderna, Recife, Pernambuco.
1947
Exposição na Galerie René Drouin, Paris.
Exposição no Musée National d‘Art Moderne de Paris.
Exposição “Peintures Abstraites”, com obras de Magnelli, Dewasne, Deyrolle, Cícero Dias, Duthoo, Hartung, Piaubert, Poliakoff e Vasarely. Galerie Denise René, Paris.
“Exposition Internationale du Surréalisme”, Galerie Maeght, Paris.
1946
Exposição na Galerie Denise René
Participa da “Exposition Internationale d’Art Moderne”, UNESCO, Paris.
1945
X Exposição de Arte Moderna em Lisboa.
1944
Participa da mostra “Modern Brazilian Painting”, na Royal Academy of Arts, em Londres. Apresentação de Ruben Navarra e Sacheverell Sitwell, em benefício da Royal Air Force.
Expõe na VIII Exposição de Arte Moderna em Lisboa.
1939
Participa do Salão de Arte na Feira Nacional da Indústria, no Rio de Janeiro.
Participa da “Latin American Exhibition” no Riverside Museum of New York.
Expõe no “Salão de Maio” em São Paulo, com forte presença estrangeira: Magnelli, Calder, Arne Osek, Bernardo Rudofsky, Carl Holty, Ellen Hodding, Hans Erni, Jean Hélion, Josef Albers e W. Drews. Publicação de número especial da Revista do Salão de Mai
1938
Expõe no “Salão de Maio”, em São Paulo.
1937
Exposição “Konstruktivisten” em Bâle, Suíça.
Cícero Dias expõe no 1º Salão de Maio, em São Paulo.
1935
Exposição “American Abstract Art”, Whitney Museum of New York.
1931
Exposição no Salão de 1931 da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, da obra “Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife”, causando grande escândalo. Medindo 2 x 15m, a obra foi pintada entre 1926 e 1929, na rua Aprazível, em Santa Tereza, no Rio de Jan
Em exposição no mesmo evento obras de Anita Malfatti, Antonio Gomide, Brecheret, Cícero Dias, Di Cavalcanti, John Graz, Menotti Del Picchia, Regina Gomide e Tarsila do Amaral.
1930
Cícero Dias expõe na mostra “The First Representative Collection of Paintings by Brazilian Artists”, no Roerich Museum of New York, com Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Guignard, Di Cavalcanti, Ismael Nery e Gomide.
 
Premiações
2000
Recebe o prêmio Trajetória Artística, da Associação Brasileira de Críticos de Arte, São Paulo.
1998
Recebe a comenda “Ordem Nacional do Mérito da França” do Primeiro Ministro Eduard Balladur, outorgada pelo Presidente da República Francesa, Sr. Jacques Chirac, na sede da UNESCO em Paris.
 
Coleções
Museum of Fine Arts, Houston, EUA
Musée André Malraux, Le Havre, França
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri, Espanha
Fundação Cisneros, Caracas, Venezuela
Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, Argentina
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil
Museu Chácara do Céu, Rio de Janeiro, Brasil
Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil
Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, São Paulo, Brasil
Museu de Arte Brasileira - FAAP, São Paulo, Brasil
Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil
Palácio do Governo do Estado de São Paulo, Brasil
Arquivo Mário de Andrade, Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo
Museu Lasar Segall, São Paulo, Brasil
Fundação José e Paulina Nemirovsky, São Paulo, Brasil
Metrô de São Paulo, Estação Brigadeiro, São Paulo, Brasil
Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil
Museu de Arte Contemporânea da Bahia, Salvador, Brasil
Museu do Estado de Pernambuco, Recife, Brasil
Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães, Recife, Brasil
Casa da Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, Recife
Prefeitura Municipal de Recife, Praça Marco Zero, Recife, Brasil
Palácio do Governo do Estado de Pernambuco, Recife
Secretaria de Estado da Fazenda de Pernambuco, Recife
Fundação Gilberto Freyre, Recife
Fundação Joaquim Nabuco, Recife
Coleção Banco ABN AMRO Real, São Paulo
Coleção Banco Bozano, Simonsen, Rio de Janeiro
Coleção Banco do Estado do Rio de Janeiro
Coleção Banco Itaú, São Paulo
Coleção Roberto Marinho, Rio de Janeiro
Coleção Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro
Coleção Luís Antonio Nabuco de Almeida Braga, Rio de Janeiro
Coleção Sérgio Fadel, Rio de Janeiro
Coleção Eduardo Constantini, Buenos Aires, Argentina
Coleção Claude Picasso, Paris, França
 
Publicações
2011
Lançamento do livro Eu Vi o Mundo, memórias de Cícero Dias, Editora CosacNaify, suporte Família Dias e Simões de Assis Galeria de Arte.
2001
Publicação do livro Cícero Dias – Uma Vida pela Pintura, com patrocínio Telefonica, edição Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba, Brasil.
Lançamentos do livro Cícero Dias – Uma Vida pela Pintura, com a presença do artista. Palácio do Governo de Pernambuco, Recife, e Embaixada do Brasil na França, Paris.
1983
Publicação da obra de Jean-Charles Gateau, Éluard, Picasso et la Peinture. O autor cita Cícero Dias entre os pintores admirados por Picasso.
1982
Publicação de La Grande Espérance des Poètes, obra de Lucien Scheller sobre a situação dos intelectuais franceses durante a última guerra. O autor faz referência à participação de Cícero Dias na troca de correspondência entre a resistência francesa
1978
Filme sobre a vida e a obra de Cícero Dias, com texto de Rubem Braga, realizado pela Rede Globo de Televisão, Rio de Janeiro.
1976
Filme sobre Cícero Dias realizado por Luiz Miranda Correia, Paris.
1956
Publicação em Bruxelas da revista Quadrum, com artigo de Léon Degand, L´Abstraction dite géométrique, sobre a pintura de Cícero Dias: “O geometrismo melhor calculado se acompanha em Cícero Dias de um singular frescor cromático”.
1954
Publicação do segundo álbum de serigrafias pelas edições Art d´Aujourd´hui, Paris, com obras de Bloc, Bozzolini, Breuil, Cícero Dias, Dewasne, Deyrolle, Dimitresco, Istrati, Jacobsen, Lacasse, Leppien, Marie Raymond, Mortensen, Pillet, Poliakoff e Vas
1952
Publicação Témoignages pour L´Art Abstrait, edições Art d´Aujourd´hui, introdução de Léon Degand.
Lançamento do Livro de Michel Tapié Un Art autre, abordando a “abstração lírica”, também chamada de “abstração informal”.
1950
Charles Estienne publica, em reação ao abstrato geométrico, o panfleto L´Art Abstrait est-il un Académisme?.
1949
Publicação em Paris do livro L’Art Abstrait, ses origines, ses premiers maîtres, de Michel Seuphor.
Criação da revista Art d’Aujourd’hui, dirigida por André Bloc. No primeiro número, há um artigo de Michel Seuphor dedicado aos Murais, com reproduções de pinturas de Kandinsky, Le Corbusier e Cícero Dias.
Herbin publica L´Art non Figuratif, non Objectif, edições Conti, Paris.
1948
Terceira exposição na cidade de Escada, Pernambuco. O prefácio do catálogo é de Gilberto Freyre, com textos do romance autobiográfico, Jundiá, de Cícero Dias.
1944
Litografias de Cícero Dias ilustram a obra de Camões, Ilha dos Amores, edição Montalvor, Lisboa.
1933
Editada a obra histórica de Gilberto Freyre, Casa Grande & Senzala, ilustrada por Cícero Dias.

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